Termine o que começou

Ouça a versão em podcast!

Costumo repetir para meus alunos: termine o que começou. Alguns alegam: está muito complicado, tem muita coisa para fazer. Minha resposta é sempre a mesma: simplesmente faça; não fique olhando o volume, a quantidade, os prazos… Faça!

É incrível como essa ideia é poderosa. Eu apliquei isso em vários momentos da minha vida acadêmica. Escrever artigos científicos, dissertação, tese é desgastante. Principalmente porque a vida não para pra gente estudar, pesquisar.

Aí a gente olha tudo que tem pra fazer, os prazos acabando e bate o desespero. A sensação é justamente esta: não vou dar conta!

É preciso ter forças para agir.

E o sucesso está justamente na disposição de fazer/executar sem ficar olhando para a quantidade de tarefas, para os prazos e para todas as outras dificuldades.

Na prática, a coisa funciona assim: você senta diante do computador, abre um arquivo e escreve. Cada linha escrita te coloca mais perto do final.

Foi assim que, mesmo casado, com filhos, com trabalho e uma série de outras atividades, cursei a faculdade, especialização, mestrado e doutorado.

Pensei em desistir em alguns momentos. Tive que tomar uns remedinhos para aliviar a pressão emocional. Mas persisti e dei conta.

Quando começamos um projeto, precisamos entender que em alguns momentos teremos tantas demandas que desistir sempre será a opção mais simples.

Entretanto, é fundamental ter em mente algumas coisas. Primeira, se você desistir, terá optado por um estilo de vida que nunca permitirá que conclua um projeto do qual poderá sentir orgulho.

Segunda coisa que precisa sempre recordar: a vida nunca é fácil. Nada acontece sem muito esforço ou luta. Para escrever a sua história, haverá lágrimas.

Terceira, o sucesso de ontem não garante o sucesso de hoje. Isso quer dizer que cada novo projeto requer novas estratégias, novas lutas.

E a quarta e última coisa, só os resilientes são vitoriosos. É preciso ser flexível, se adaptar as circunstâncias, ter disposição para mudar a rota algumas vezes, refazer os planos… A rigidez incapacita, engessa.

No final, sempre valerá a máxima “o melhor não é trabalho perfeito, é o trabalho feito”.

Preparação sem ação é inútil

Ouça a versão em podcast!

Talvez um dos principais motivos de falharmos na busca de nossos sonhos seja permanecermos nos preparando e deixarmos de agir.

Preparar-se para um projeto e até mesmo para exercer uma determinada função numa empresa, ou quem sabe para certa carreira, é o mínimo que se espera de alguém que queira cumprir com excelência o seu trabalho.

A preparação também é fundamental para quem deseja ter um bom relacionamento, ser bom pai, boa mãe….

Ou seja, ninguém faz nada bem e nem alcança o sucesso desejado se não tiver se preparado para aquilo.

Entretanto, muita gente se ilude achando que, em algum momento, se sentirá e estará totalmente pronto. “A preparação não significa o conhecimento de todos os fatos”.

É um enorme erro pensar que haverá um momento em que você estará pronto. Ninguém nunca está totalmente pronto para o novo. O novo traz o inesperado, o incerto…

Se você esperar estar pronto para ser músico, para ser um cantor, para começar o próprio negócio ou mesmo para pedir aquela moça em casamento, você nunca vai se mexer…

É necessário ter em mente que o primeiro passo sempre será um salto no escuro!

Embora o planejamento, o treinamento, os estudos para um determinado projeto seja importante, é necessário ter a ousadia de começar.

O investimento na preparação deve ter a função de promover a confiança e motivar a ação.

Persista em seus sonhos

Só quem persiste transforma sonhos em realidade. Não existe receita mágica. O universo conspira a favor daqueles que se esforçam, que trabalham. É verdade que alguns parecem ter tudo “de mão beijada”, são os que “têm sorte”. Entretanto, essa não é a regra. Nossos projetos se tornam reais quando estamos dispostos a lutar por eles. E o momento para fazer isso é agora.

Sabe, não é nada fácil olhar para o mundo e ver gente brilhando, conquistando e você se sentir um fracassado. E o mundo premia os vencedores. Portanto, todos os holofotes são para eles. Logo, se a gente não consegue, é impossível evitar a tristeza, a decepção…

A amiga está ali com o corpo deslumbrante, perfeito. Fez academia, tratamento estético, perdeu peso… Está deslumbrante. O colega de trabalho ganhou a promoção, trocou de carro, está negociando um apartamento novo… É o modelo de profissional bem sucedido.

Quando a gente olha para as conquistas do outro, nossos fracassos tornam-se ainda mais dolorosos. Entretanto, a primeira coisa que precisamos compreender é que a medida do nosso sucesso não é a medida do sucesso alheio. Devemos ter nossas próprias metas. E dentro da nossa realidade. Devemos caminhar de acordo com nossos limites e tentar superá-los pouco a pouco. É assim que a gente vence.

Ter pressa nos leva a tropeçar. E às vezes recuperar-se do tombo é mais difícil que subir um degrau de cada vez (está aí o exemplo de Eike Batista, o brasileiro que queria ser o homem mais rico do planeta e agora está bem enrolado com a Justiça, além de ter sido desmoralizado).

Não existe esforço sem resultado. E se o resultado esperado ainda não apareceu é porque é preciso persistir um pouco mais; significa que o caminho é mais longo do que imaginávamos, significa que é necessário um pouco mais de empenho.

Deixa eu contar uma história pessoal… Em 2004, tentei pela primeira vez o mestrado. No ano anterior, tinha saído da graduação como melhor aluno. Tinha a melhor média entre todos os cursos. Sonhava com a vida acadêmica e, por isso, achei que estava preparado para ingressar na pós. Estudei, fiz meu projeto. Mas reprovei. Faltou um ponto. Aquilo mexeu comigo. Embora tenha começado a dar aulas pouco depois, relutava tentar de novo. Nos últimos três anos, porém, alguns amigos mais próximos começaram a insistir “você merece o mestrado”. Eu lembrava do fracasso e tinha a impressão que aquilo não era pra mim. Apenas no segundo semestre de 2012, fui realmente tocado a tentar.

Mais maduro, percebi meus limites e fiz um planejamento. Não adiantava achar que meus conhecimentos eram suficientes para garantir a aprovação na primeira tentativa. Aceitei os sacrifícios e resolvi apostar em duas frentes, Educação e Letras. Participei do processo de seleção em Educação a fim de conhecer as políticas do departamento e para cursar como aluno especial; também busquei informações em Letras para fazer disciplinas na área… E trabalhei com afinco ao longo de 14 meses nesse projeto pessoal. Aos poucos, os resultados começaram a aparecer. Conquistei professores simpatizantes aos meus projetos, passei nas provas escritas. Por fim, saíram os editais. Eu estava lá entre os aprovados e no topo das listas, em primeiro lugar.

O sentimento de ser aprovado nos dois mestrados foi especial. Hoje, com o doutorado também concluído, sinto-me recompensado.

Os anos de dúvida se eu era capaz, se eu dava conta trouxeram ensinamentos. Os questionamentos feitos por alguns de que eu era apenas um “atrevido” em sala de aula machucaram sim, mexeram com minha autoestima. Ter ouvido que eu apostava em tantas áreas e que por isso nunca seria bom em nenhuma delas também incomodou. As conquistas, no entanto, me ajudaram a perceber que não precisamos ser especialistas numa única coisa. Mas isso tem um custo, é claro. É fundamental ter um foco, a meta deve ser clara. Não dá para se dispersar. Mas vale a pena. Quando a gente acredita e se dispõe a pagar o preço, na hora certa a vitória vem.

Qual o melhor momento para iniciar um projeto?

Eu não sei você, mas eu já perdi algumas boas oportunidades por não entender a importância, a força e o poder do agora.

É normal nos sentirmos inseguros diante de projetos ou sonhos que alimentamos. Também é normal desejarmos começar algo novo no melhor momento. Porém, qual é o momento certo?

Se esperarmos o momento certo, há muita chance do momento certo nunca chegar.

Planejar é fundamental, claro. Porém, muitas vezes passamos tanto tempo planejando que o plano se torna uma idealidade utópica – ou seja, prevê um tempo certo, tempo este que não existe.

Eu comecei a faculdade quando ia completar 25 anos. Estava em Maringá há 4 anos, mas vinha adiando o meu sonho. Estava esperando o momento certo, imaginando que algumas coisas precisariam ser perfeitas para eu começar a cursar.

No início de 2000, um conhecido me procurou e falou: Ronaldo, eu consegui uma oportunidade para fazermos Jornalismo.

Eu não pensava em cursar Jornalismo, mesmo atuando na Comunicação. Eu queria outro curso, desejava estudar na UEM. Também não tinha folga financeira para pagar a mensalidade. Nem me sentia preparado para tentar um vestibular, mesmo numa faculdade particular.

Mas a insistência desse colega e o incentivo da minha esposa me levaram a aceitar o desafio.

Não era o meu momento certo. Não era o curso que eu queria. Mas comecei. E foi a melhor escolha que eu poderia ter feito. Só cheguei ao doutorado, porque dei aquele primeiro passo.

Sabe, muitas vezes, ficamos adiando uma decisão. Vejo alunos desistindo do curso por que não estão no melhor momento deles… Prometem organizar a vida para voltarem no semestre seguinte. Muitos nunca voltam. Muitos sequer fazem uma faculdade.

Por outro lado, já vi muita gente com a vida toda bagunçada, começando projetos novos ou persistindo em projetos já iniciados. Curiosamente, são essas pessoas que se dão bem.

Por quê?

Porque o momento para pôr em prática nossos planos é aquele que temos hoje, agora. O amanhã não nos pertence e não há garantia alguma que amanhã será um dia em que tudo estará perfeito para alcançarmos nossos sonhos.

Falta de planejamento compromete o futuro do Brasil

Nenhum país muda sem ter um planejamento de futuro. Trocar deputados, senadores, governadores e presidente da República pode até ajudar na reformulação de determinadas práticas, inclusive com novas políticas públicas. Mas não ocorrerão avanços significativos.

Fazer planejamento tem a ver com a cultura de um povo. Não é da cultura do brasileiro planejar. A gente não faz isso na casa da gente. Não faz na empresabasta notar a quantidade de empresas que fecham por não ter pensado todas as estratégias de curto, médio e longo prazos. E a gente não faz planejamento na política.

A Coreia do Sul há pouco mais de 60 anos era um território arrasado pela guerra. Um país pobre.

Muita gente atribui o sucesso econômico e científico da Coreia ao investimento na educação. É verdade que a educação fez e ainda faz a diferença por lá. Porém, a educação não foi a chave do sucesso. O segredo da Coreia do Sul foi planejamento. A educação fez parte das estratégias utilizadas para colocar o país na rota do desenvolvimento econômico e científico.

No Brasil, não damos valor a isso. A ausência de uma cultura de planejamento faz com que as ações iniciadas num governo sejam interrompidas no outro. Cada político pensa no seu mandato e em medidas que possam lhe render capital político, votos. Um governo inicia um programa de incentivo ao ensino superior, financiando bolsas de estudo… Um novo governo reduz a verba para o programa e dá início a outra ideia.

Um prefeito começa uma obra, não consegue concluí-la e, quando outro é eleito, entende que existem coisas mais urgentes e a obra fica parada.

Políticas precisam ser pensadas não para estancar um problema agora, mas para criar uma condição de vida melhor para as pessoas daqui a 20, 30… 50 anos.

Com uma mentalidade de planejamento, as pessoas compreenderiam que não existem soluções mágicas. É preciso muito trabalho, esforço, disciplina e tempo para dar conta de demandas históricas.

A Coreia do Sul não se tornou uma potência tecnológica, uma força na indústria automobilística mundial de um dia para o outro. Os resultados começaram a aparecer depois de quase 40 anos.

Mas veja só… O Brasil nunca foi arrasado por uma guerra, nunca sofreu com grandes catástrofes naturais, mas não sai do lugar. Nossos problemas de hoje não são diferentes dos problemas que tínhamos no passado. A gente sonha com o Brasil do futuro, mas o futuro nunca chega… E não chega porque a gente não planeja o futuro.

Isso só reforça o que estou dizendo: não existe um messias político para colocar o país nos trilhos. Se não houver uma mudança de mentalidade, a criação de uma nova cultura, a gente pode ter uma certeza: tudo vai continuar dando errado.

As preocupações de cada dia

Não há dúvida que a vida não é nada fácil. Também é certo que a gente se preocupa com a saúde, com as finanças pessoais, com nosso relacionamento, com nossos filhos… Essa é a vida. Mas existe uma coisa que a gente precisa entender: para onde vão nossos pensamentos, vão também nossas energias e até mesmo nossas emoções.

O que isso quer dizer? Quer dizer que, quando ocupamos demais nossos pensamentos com as preocupações, gastamos boa parte de nossas energias em situações que, muitas vezes, ainda não aconteceram e que outras tantas que não podemos resolver.

A maneira como reagimos diante dos problemas faz toda a diferença, inclusive no nosso humor. Enquanto estamos com os pensamentos ocupados pelas preocupações, deixamos de agir.

Apesar das preocupações, temos uma vida. Enquanto eu fico preocupado demais, posso estar deixando de cuidar bem do meu filho e isso vai gerar um outro problema amanhã. Enquanto eu gasto todas as minhas energias me preocupando com as contas do próximo mês, deixo de trabalhar de maneira satisfatória e isso pode me levar a perder o emprego amanhã, aumentando ainda mais os meus problemas. Enquanto fico preocupado pensando que, no fim do ano, vou receber a sogra, posso estar brigando com meu parceiro, minha parceira e desgastando meu relacionamento.

Então fica a dica: embora as preocupações sejam normais, procuremos nos concentrar no que temos em nossas mãos hoje.

Por que vale a pena persistir em nossos sonhos?

vencer2

Só quem persiste transforma sonhos em realidade. Não existe receita mágica. O universo conspira a favor daqueles que se esforçam, que trabalham. É verdade que alguns parecem ter tudo “de mão beijada”, são os que “têm sorte”. Entretanto, essa não é a regra. Nossos projetos se tornam reais quando estamos dispostos a lutar por eles.

Quando escrevi “A tristeza de fim de ano” e “Não dá para desistir antes de chegar ao final”, compartilhei ali argumentos que de alguma forma representam momentos da vida de muitas pessoas. Não é nada fácil olhar para o mundo e ver gente brilhando, conquistando e você se sentir um fracassado. E o mundo premia os vencedores. Portanto, todos os holofotes são para eles. Logo, se a gente não consegue, é impossível evitar a tristeza, a decepção…

A amiga está ali com o corpo deslumbrante, perfeito. Fez academia, tratamento estético, perdeu peso… Está deslumbrante. O colega de trabalho ganhou a promoção, trocou de carro, está negociando um apartamento novo… É o modelo de profissional bem sucedido.

Quando a gente olha para as conquistas do outro, nossos fracassos tornam-se ainda mais dolorosos. Entretanto, a medida do nosso sucesso não é a medida do sucesso alheio. Devemos ter nossas próprias metas. E estas dentro da nossa realidade. Devemos caminhar de acordo com nossos limites e tentar superá-los pouco a pouco. É assim que a gente vence.

Ter pressa nos leva a tropeçar. E às vezes recuperar-se do tombo é mais difícil que subir um degrau de cada vez (está aí o exemplo de Eike Batista, o brasileiro que queria ser o homem mais rico do planeta).

Não existe esforço sem resultado. E se o resultado esperado ainda não apareceu é porque é preciso persistir um pouco mais; significa que o caminho é mais longo do que imaginávamos, significa que é necessário um pouco mais de empenho.

Em 2004, eu tentei pela primeira vez o mestrado. No ano anterior, tinha saído da graduação como melhor aluno da faculdade. Eu tinha a melhor média entre todos os cursos. Sonhava com a vida acadêmica e, por isso, achei que estava preparado para ingressar na pós. Estudei, fiz meu projeto… Mas reprovei. Faltou um ponto. Aquilo mexeu comigo. Embora tenha começado a dar aulas pouco depois, relutava tentar de novo. Nos últimos três anos, porém, alguns amigos mais próximos começaram a insistir “você merece o mestrado”. Eu lembrava do fracasso e tinha a impressão que aquilo não era pra mim. Apenas no segundo semestre de 2012, fui realmente tocado a tentar.

Mais maduro, percebi os meus limites e fiz um planejamento. Não adiantava achar que meus conhecimentos eram suficientes para garantir a aprovação na primeira tentativa. Aceitei os sacrifícios e resolvi apostar em duas frentes, Educação e Letras. Participei do processo de seleção em Educação a fim de conhecer as políticas do departamento e para cursar como aluno especial; também busquei informações em Letras para fazer disciplinas na área… E trabalhei com afinco ao longo de 14 meses nesse projeto pessoal. Aos poucos, os resultados começaram a aparecer. Conquistei professores simpatizantes aos meus projetos, passei nas provas escritas… E, por fim, no início deste mês de dezembro, saíram os editais. Eu estava lá entre os aprovados e no topo das listas, em primeiro lugar.

O sentimento de ser aprovado nos dois mestrados foi especial. O esforço foi recompensado. Os anos de dúvida se eu era capaz, se eu dava conta trouxeram ensinamentos. Os questionamentos feitos por alguns de que eu era apenas um “atrevido” em sala de aula machucaram sim, mexeram com minha autoestima. Ter ouvido que eu apostava em tantas áreas e que por isso nunca seria bom em nenhuma delas também incomodou. As conquistas, no entanto, me ajudaram a perceber que não precisamos ser especialistas numa única coisa. Dá pra fazer bem feito medicina e direito, por exemplo. Mas isso tem um custo, é claro. É fundamental ter um foco, a meta deve ser clara. Não dá para se dispersar. Entretanto, vale a pena. Quando a gente acredita e se dispõe a pagar o preço, na hora certa a vitória vem.

Onde você quer chegar?

O título não é meu. É da Rosana Hermann. Mas a pergunta que ela faz incomoda. A gente sabe onde quer chegar? Temos definidos os nossos objetivos?

A vida é confusa. Ao mesmo que queremos uma coisa, desistimos e já sonhamos com outra. E assim vamos levando. Até temos planos. Mas geralmente são coisas tolas, que pouco nos acrescentam. Fazemos projetos para compra do carro, da casa… Focamos nossos esforços para o curso superior, mestrado… enfim. Mas onde queremos chegar? Qual é nosso destino?

Ninguém controla sua vida. É impossível. Porém, nossos alvos devem estar definidos. Carecemos de um rumo. E somos nós quem o estabelecemos. Podemos revê-los, mas, sem saber onde queremos chegar, caminhamos sem rumo. Esvaziamos a razão da própria existência.

A única boa notícia é que, se a vida tem sido vazia, enquanto vivemos sempre há a chance de recomeçar. Como diz a canção da Daniela Araújo: “o tempo não volta nem pode parar, mas agora é tempo de recomeçar“.