A importância da rotina

Vez ou outra, ouço pessoas reclamarem da rotina. Eu, pelo contrário, adoro rotina.

Rotina, como lembra o escritor Mário Sérgio Cortella, é diferente de monotonia.

A rotina é absolutamente necessária. Gente sem rotina é gente que vive constantemente o imprevisível e de forma imprevisível. E isso afeta a produtividade e a própria qualidade de vida, pois gera ansiedade e estresse.

Ter rotina significa ter uma organização, um processo estruturado que garante segurança e até mesmo economia de energia.

Quando se tem uma rotina bem definida, é possível ter mais foco. Desenvolver as atividades com excelência.

A rotina permite a utilização inteligente do tempo. Assegura que se saiba exatamente o que fazer ao longo do dia, em quais horários e como fazer.

Isso nos torna mais eficientes, pois atuamos seguindo determinados padrões e procedimentos.

A rotina só é negativa quando se torna monotonia e produz desprazer.

Se tomar café todos os dias, às 7h da manhã, é algo que te incomoda, tem algo errado. O problema certamente não está em ter rotina, mas no que faz parte de sua rotina.

A vida boa se organiza com uma rotina, mas esta precisa ter um propósito e a própria existência justificar-se naquilo que se faz.

Pequenos gestos mantêm aceso o romance

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Não é novidade que os relacionamentos são idealizados. As pessoas quase sempre decidem viver juntas com base em imagens distorcidas do que é uma relação. Por isso, é comum homens e mulheres se queixarem de que os encantos dos primeiros meses simplesmente se esvaziam depois de algum tempo. E por que isso acontece? Primeiro, porque, de fato, a realidade é sempre mais cruel do que imaginávamos que seria. Segundo, porque a gente também contribui – e muito – para colocar tudo a perder.

Embora não seja nada fácil dividir a vida com alguém, é possível tornar o ambiente mais favorável ao romance.

Uma das coisas que as pessoas quase sempre negligenciam é o tempo para o parceiro. São as atitudes que demonstram o que o outro significa para nós. Se colocamos o trabalho, os estudos e até os amigos em primeiro plano, o parceiro sente e a relação padece.

Dividir uma vida é pra gente madura, que deseja estabilidade, segurança. Porém, isso não significa acomodar-se. Querer estabilidade e segurança não é desculpa para transformar o relacionamento num mosteiro.

Algumas ideias podem ajudar quem quer tornar o relacionamento mais romântico e menos tedioso.

Não faça todos os dias as mesmas coisas – é verdade que apenas milionários podem se dar ao luxo de não ter horário para trabalhar, viajar quando bem entender, comer onde desejar comer… Ainda assim, vez ou outra é possível surpreender o parceiro (a parceira). E em coisas simples. Pode ser preparando comidinhas que não fazem parte da rotina, levando para ela um chocolate ou doce diferente…

Convite para sair – mas para um lugar que ele (ou ela) vai gostar. Se ele odeia ir ao shopping, a proposta é péssima. Se ela não gosta de férias na fazenda, a chance de desagradá-la é bastante grande. Enfim, faz bem sair um pouco com a pessoa que você ama. Só não esqueça de pensar no gosto do outro.

Pequenos mimos – não é preciso muito dinheiro para dar um presente ao parceiro. Pode ser um vasinho de flor, uma caixinha de bombom ou mesmo um bilhetinho sobre a cama.

Expressar os sentimentos – costumo dizer que tem gente que parece economizar nas palavras. Parece achar que é repetitivo dizer que ama, que deseja, que quer, que gosta… Elogios fazem bem sempre. Homens e mulheres deveriam repetir mais vezes o que sentem pelo outro. Faz bem ouvir…

Já cantou para ela? – tem gente que é desafinado demais, reconheço. Mas com um pouquinho de esforço, dá para surpreender a pessoa que você ama com uma canção romântica. Ou pelo menos algumas frases de uma música que pode encantá-la.

Ser romântico jamais sai de moda – muitas vezes, tenho impressão que o romantismo está fora de moda. As pessoas andam desapegadas demais. Querem prazer, não compromisso. Entretanto, quando alguém decide viver ao lado de outra pessoa, aqueles gestos “cafonas” ainda fazem a diferença: deixar o outro sentar no melhor lugar, oferecer o melhor pedaço de bolo, beijar as mãos da parceira, abrir a porta do carro… Enfim, são pequenas atenções que não fazem mal a ninguém e alimentam o romance.

Na segunda, uma música

Trabalhar é um dos meus prazeres. Gosto do que faço. Entretanto, não raras vezes me questiono sobre a maneira que vivemos. Quer dizer, como deixamos de viver nos ocupando tanto. Tudo bem que estamos em tempo de Copa. E hoje, por exemplo, muita gente mal trabalhou no horário da manhã. Outras sequer vão comparecer às aulas à noite. Ainda assim, essa é a exceção. A regra é muito trabalho e quase nenhum tempo para cuidar do coração, da mente e das pessoas que amamos.

A canção que escolhi nesta segunda-feira fala sobre isso. “Something more” mostra que a vida é mais que simplesmente trabalho, mais que o trânsito louco, mais que a rotina que muitas vezes nos consome.

Segunda, difícil de levantar
Encher meu copo de café, estou fora de casa
Sim, a estrada está congestionada hoje
Me fará chegar atrasada, isto é certeza
Eu estou sem gasolina e sem tempo
Nunca cheguei às nove

Nesses momentos em que tudo parece se resumiu a um dia estressante, é impossível não se questionar: não tem outro jeito de fazer as coisas?

Deve haver algo mais
Mais do que tudo isso
Eu preciso de um horário um pouco menos puxado
Eu preciso de mais alegria

A balada country da dupla americana Sugarland ainda traz um diálogo com o chefe. Entre outras coisas diz:

Eu tenho coisas para fazer antes de morrer

E a canção termina com uma ideia poderosa:

Alguns acreditam em destino, outros em fé
mas eu acredito que a felicidade é algo que nós criamos

E então, vamos ouvir?

Ginástica cerebral

ginastica_cerebroEu sempre soube que precisamos exercitar o cérebro. Mas desconhecia que, por natureza, ele era acomodado. Pois é… Nosso cérebro é preguiçoso.

Achei bem interessante essa tese. Conheci numa entrevista com a psicóloga Mariângela Maestri. A teoria justifica muita coisa. Inclusive por que a gente gosta de rotinas. Por exemplo, se toda vez você fosse ao supermercado e as prateleiras estivessem em lugares diferentes, como se sentiria? Provavelmente, ficaria incomodado e deixaria de frequentá-lo.

Você já reparou que a gente troca as marchas do carro sem pensar nisso? Ou, ao passar pela mesma rua de sempre, um dia descobre que um prédio novo surgiu “do nada”? (Claro, o prédio estava sendo construído, mas nem percebemos).

Isso acontece porque o cérebro tem a tendência de aprender algo e, a partir disso, criar uma espécie de rotina. É como se a gente tivesse que atravessar uma mata virgem… Teríamos que desbravá-la, criar um caminho. Se fossemos voltar, pegaríamos o caminho já percorrido.

O que a gente costuma dizer como “é mais fácil assim” é uma espécie de resposta do nosso cérebro aos desafios cotidianos. Não significa que é mais fácil. Apenas que quer fazer do jeito conhecido. É o costume. Depois que se acostuma com certas coisas, rotinas e gostos, o cérebro entra numa zona de conforto. É por isso que a gente cozinha do mesmo jeito, dirige do mesmo jeito, trabalha do mesmo jeito e, em alguns casos, até “namora” do mesmo jeito.

O cérebro quer trabalhar numa “área” que ele gosta (ou melhor, que aprendeu a gostar). Isso faz a gente entender por que, ao entrar num site de notícias, nosso olhar parece atraído para aqueles assuntos mais fáceis de serem compreendidos – fofocas das celebridades, esportes… De certa forma, durante nosso desenvolvimento, aprendemos a gostar desses temas – também por exigirem menos reflexão. Então a tendência é que se faça tudo igual… Todos os dias.

Essa também é a razão de nos chatearmos quando temos que estudar (ler um texto, por exemplo) uma teoria que não nos atrai. Não é que nos falte capacidade para entendê-la; o cérebro é que não quer sair da zona de conforto.

Como mudar isso? Desafiando-nos diariamente. Recebemos vários estímulos o tempo todo. Geralmente respondemos aqueles que nos atraem (pois já estamos acostumados). Entretanto, precisamos criar outros estímulos. Por exemplo, vez ou outra trocar as coisas de lugar – pode ser a gaveta de meias, cuecas, calcinhas… O lugar onde guardamos calças, blusas, camisetas. Também podemos transitar por lugares diferentes enquanto vamos para o trabalho, escola, restaurante etc. Dá para evitar comprar e comer sempre nos mesmos lugares…

Além de provocar estímulos diferentes por meio de mudanças nas rotinas, também podemos assistir filmes e programas de gêneros diferentes, ler sobre assuntos que desconhecemos… São coisas pequenas, mas que provocam o cérebro, ajudam a tirá-lo do automático.

Vantagem disso? Essa “ginástica cerebral” atua sobre os neurônios. A chamada “neuroplasticidade” é a capacidade que o cérebro tem de ampliar suas funções, de modificar-se. Portanto, quando a gente exercita o cérebro, melhora a concentração, a disposição mental, a criatividade, amplia o conhecimento e ainda contribui para prevenção de doenças mentais como a demência. Bom, né?

Sem perder o prazer de escrever

escrever

Manter atualizado talvez seja o maior de desafio de ter um blog. Por isso, é natural que a empolgação se acabe depois de algumas semanas. Afinal, é preciso ter disciplina, motivação e assuntos variados para seguir com postagens regulares.

Às vezes, a pessoa tem disciplina, mas não tem assunto. Outras, tem assunto, mas não é disciplinado e o blog fica de fora da rotina diária. E há casos em que até existe disciplina e assuntos, mas falta motivação. Afinal, ter um espaço na rede significa também ter prazer em publicar.

Eu já vivi todas essas fases. Entretanto, nunca desisti. Faz oito anos que estou na blogosfera. Pensei parar várias vezes. E por motivos variados. Em cada uma dessas ocasiões, o blog acabou ganhando nova cara, uma nova identidade. As mudanças, nem sempre tão claras para os leitores (que vão mudando), foram a forma que encontrei para continuar publicando.

A última fase, diria, é certamente a melhor. Os textos passaram a tratar mais de relacionamentos, do comportamento humano. Vez ou outra, educação e mídia. O blog ganhou muitos leitores, gente que se identificou com as discussões.

Esses são assuntos que gosto muito. Tenho prazer em tratar disso. No entanto, não dá para ser irresponsável. As publicações não são baseadas em “achismo”. São resultado de estudos, leituras, impressões pessoais e respeito ao ser humano. Isso implica leitura, dedicação, observação. E não tenho dado conta disso. Tem faltado tempo. As atividades profissionais, e principalmente os estudos acadêmicos, têm tirado minhas energias. Por isso, pensar parar o blog. Ou pelo menos dar um tempo.

Mas quem diz que consigo parar de escrever? Não se trata apenas de um vício. É algo dentro de mim que me deixa “deprimido” se não publicar. Então, surgiu outro dilema: a identidade deste blog parece ter ido além do próprio autor. É como se determinados assuntos, em especial textos mais breves, não tivessem “espaço” aqui. Resolvi fazer outro blog. Abri a conta, comecei a trabalhar na configuração… Desisti. Quem disse que não posso seguir aqui? O que seria melhor: deixar de atualizar o blog para manter sua identidade ou publicar assuntos diversificados e vez ou outra os temas que têm feito sucesso junto aos leitores? Optei pela última opção. Sigo por aqui. Sem a rotina dos posts de comportamento, talvez até menos publicações, mas sem perder o principal: o prazer de escrever. 

Ocupados demais

relogio

A gente vive assim, né? Nem todos, é verdade. Porém, agenda cheia parece ser o nosso jeito de viver. Eu confesso que gosto. Gosto da agenda justinha, organizada e tudo funcionando como um reloginho. E, por ter prazer em estar sempre ocupado, raramente me estresso (só não me peça para estar bem humorado). E ainda acho umas horinhas para as pessoas que gosto e para o exercício físico, fundamental para manter a saúde em dia.

Entretanto, noto que a rotina maluca tem roubado o prazer de viver. Muita gente passa o tempo todo sem sentir a passagem dos dias. Não consegue amar e nem se deixa ser amado. Sofre a pessoa, sofre quem está por perto. Falta um olhar, um toque, um abraço, um beijo… Tempo para uma conversa solta ou para acolher no momento de dor. 

Por que vivemos assim? Porque precisamos nos sentir produtivos. Não basta trabalhar seis ou oito horas por dia. É necessário se ocupar. Um freela, um segundo emprego, cursos, estudos… Quem está pouco ocupado, é visto como desocupado. Se o sujeito se contenta com um salário relativamente baixo, é visto como acomodado. Apontamos o dedo e dizemos que carece ser mais ambicioso. Tem que pensar no futuro, né? Melhorar de carro, de casa… Parece até que optar por uma vida humilde é aceitar ser medíocre.

Essa rotina toda, vista como normal e até necessária, é ilusão nossa. Criação nossa. Quem disse que precisa ser assim? Nós. Iludidos pelo consumo, norteamos nossa vida em busca de conquistas que resultem em melhoria da vida material, financeira. Experimentar algo diferente disso, escolhendo ter tempo para sentir a passagem do tempo, é reencontrar-se com um jeito mais simples, modesto de viver.

Um jeito simples de viver

vidasimples
Enquanto voltava apressado para o trabalho, tropeçando nos próprios passos, encontrei pelo caminho um flanelinha que fica sempre próximo da prefeitura. Sentado num banquinho, ele almoçava tranquilamente. Marmita nas mãos, sorriu pra mim e até perguntou:

– Servido?

Como o conheço há algum tempo, retribui o sorriso, agradeci e lhe desejei uma boa tarde. É um simpático senhor de mais de 60 anos. E não foi a primeira vez que vi esta cena.

Seguindo a pé mais algumas quadras até a rádio, fiquei “revivendo” aquele momento.
Ele estava ali, calmo, saboreando a refeição. Eu havia acabado de comer. Acho que não fiquei 25 minutos em casa. Foi o tempo que tive para almoçar. Por conta da agenda de trabalho, mal dei conta de engolir. Acho que nem sei direito qual era o gosto dos alimentos. Mas o meu personagem certamente sabe direitinho o que comeu. Dava para notar no ritmo em que se servia de cada porção do alimento.

Recordei que semanas atrás, ele e mais uma moradora de rua riam à vontade. Conversavam alto, contavam histórias e até dialogavam com algumas pessoas que circulavam por ali. Até ri junto. Eles faziam graça de coisas muito simples. Já naquela ocasião fiquei com uma pontinha de inveja da “felicidade alheia”.

Temos feito escolhas que nos impedem de viver. A gente corre demais. E corre para ter qualidade de vida. Mas o problema é que essa tal qualidade de vida passou a ser sinônimo de consumo. Não é para dormir bem, ter tempo para um bom livro, um filme, um passeio de bicicleta…

Trabalhamos para ganhar dinheiro. Dinheiro para comprar. Chegamos a dedicar 12, 14 horas de nosso dia a atividades variadas a fim de, no fim do mês, comprar celulares, tablets, computadores, carros e, uma ou duas vezes por ano, tirar alguns dias de férias. Férias que não representam um desligamento da rotina. Afinal, quase sempre nos mantemos conectados resolvendo coisas nem que seja pelo smartphone.

Sabe, isso é legal. Trabalhar, estudar… tudo é muito bom. Mas o que fazemos com os nossos dias? Ocupamos cada minuto com tantas tarefas que não sobra um segundo sequer para abraçarmos as pessoas que amamos. Rir, contar histórias… são coisas que a gente não faz mais. Só em ocasiões especiais. É preciso combinar dia e horário para ter momentos de lazer. E quando as pessoas conversam, já não sabem fazer isso se não for com um copo de bebida nas mãos. Quem senta na frente de casa para simplesmente papear? Conversar com amigos virou “evento”.

Entendo a nossa necessidade de fazer mais, produzir mais, estudar mais. Parece que o universo conspira para que seja assim, que se viva assim. Romper com isso, ter uma vida simples como o desse simpático senhor, socialmente, não é o modo desejado. Ninguém quer ser pobre. Porém, às vezes, não sei se a gente precisa de muito mais do que um bom prato de comida, uma cama confortável e tempo para caminhar, sorrir, fazer amigos… amar e ser amado.

Ele tem culpa dos seus problemas?


Quase todos nós trabalhamos, estudamos, temos amigos, colegas, familiares. Podemos ter uma pessoa que amamos, que seja a nossa prioridade. Mas somos influenciados pelas outras convivências, por outros ambientes. Por isso, é natural que nosso humor reflita as vivências que temos ao longo do dia.

Entretanto, até que ponto é aceitável transferir para o outro aquilo pelo qual não é responsável?

Sim, porque a gente tem problemas com o colega de trabalho e quem paga a conta é a namorada. A gente sofre pressão do chefe e quem fica sem beijo à noite é a mulher. A gente lota a agenda de trabalhos de faculdade e o noivo é quem ouve o “não” para o convite para jantar. A amiga faz um comentário maldoso, você ouve, mas quem fica sem você na cama é ele.

Ter problemas fora do relacionamento e levar pra dentro de casa, para a intimidade do casal é uma situação bastante normal. Somos seres humanos, dotados de emoções. Se a gente fica triste no trabalho, é natural que esse sentimento se estenda para outros ambientes.

Porém, como a vida fora do relacionamento nos toma mais tempo que o próprio romance, e este é (ou deveria ser) nossa prioridade, não me parece justo com a pessoa amada ser tão afetada pelos problemas que temos no cotidiano. Defendo que haja compreensão, tolerância, disposição em aceitar que um dia ou outro não se esteja tão bem. Porém, não dá pra fazer disso uma rotina.

Como a vida acontece sob pressão, se a gente não aprender a lidar com os problemas no trabalho, faculdade, colégio, família etc, o romance será impactado pelos nossos dramas diários. Afinal, é difícil o dia em que a pessoa chega em casa e diz: “o dia hoje foi o máximo! Foi tudo perfeito”. Você pode ter todas as conquistas do mundo, mas, faltando uma quadra pra chegar em casa, é provável que encontre um idiota no trânsito que vai te fechar, xingar e botar o dedo pra fora do carro num gesto nada simpático.

E daí? Sua mulher tem culpa da raiva que o sujeito te causou?

Desculpe-me, mas é infantil demais perder uma noite de amor com a pessoa amada porque ouvimos uma resposta atravessada do chefe no fim da tarde. Da mesma forma que não é possível admitir que briguemos com nosso filho porque fomos xingados no trânsito.

Sabe, temos que controlar nossas emoções. Embora sejamos um todo – não dá pra ficar triste num ambiente e alegre no outro -, é necessário redimensionar as emoções. Controlá-las. Reconhecer aquilo que nos faz mal e… tentar relaxar.

A melhor maneira de tratar dos problemas é entendê-los como frutos do próprio ato de viver. A gente tem que ser mais leve. Rir das desgraças. Isso pode nos ajudar a não sofrer tanto por coisas que a gente não controla. E valorizar aquilo que precisa ser valorizado: nossa vida e as pessoas que amamos.

PS- O título também poderia ser: “ela tem culpa dos seus problemas?”.