Faça tudo com excelência

trabalho

Você já notou que falta qualidade para muito dos nossos serviços? Você contrata um pedreiro para fazer uma parede. Ele faz a parede torta. Você vai ao mecânico hoje… Amanhã tem que voltar porque o serviço foi mal feito. Você contrata uma diarista para limpar as janelas de sua casa… Quando vai conferir, os vidros estão manchados.

Estou citando serviços básicos, mas essa cultura, que não valoriza o trabalho de excelência, que é displicente na execução de diferentes tarefas, é uma cultura predominante.

Encontramos problemas no comércio, na saúde, na educação, na segurança… Parece faltar disposição para fazer o melhor em cada área, para fazer com excelência!

Sabe, se preparo uma aula, tenho que preparar a melhor aula que posso. Se vou fazer um relatório, tenho que oferecer todos os dados necessários e de maneira clara. Serviço mal feito precisa ser refeito.

Uma vez ouvi alguém perguntando: você acredita que se a gente tirasse todos os brasileiros do Brasil e trouxesse os japoneses pra cá, você acredita que o Brasil tinha jeito? A resposta veio sem titubear: com certeza o Brasil seria outro. Aqui entre nós, o que isso significa? Significa algo simples: o Brasil será melhor na medida que fizermos o nosso melhor. E isso começa comigo. Aquilo que faço precisa ser o meu melhor.

Fica para você também esse desafio: faça seu trabalho com excelência! Não importa a remuneração atual. Com o tempo, a qualidade sempre é reconhecida. Observe… Os melhores mecânicos, os melhores médicos, os melhores sempre são melhor renumerados. Os produtos com mais qualidade geralmente são os mais caros. Então façamos tudo com excelência!!

Ano novo, vida velha?

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Acho que o mais tenho ouvido nesses dias é que o ano de 2016 foi horrível. E penso que é verdade. A lista de coisas ruins é imensa. Não faltam motivos pra dizer que 2016 foi um ano difícil. Mas quando olho pra traz, para o meu ano, para o ano de algumas pessoas queridas, tem uma coisa que percebo nitidamente: as coisas boas que aconteceram conosco foram resultado do nosso esforço, da nossa luta.
Sabe o que isso mostra? Não podemos deixar nossa vida nas mãos dos outros. Com fé, é preciso ir à luta.
O ano de 2016 termina, mas 2017 nada mais é que um ano que sucede 2016. Esse sentimento maravilhoso de acreditar que tudo pode ser melhor, é um sentimento que faz bem para o coração. Mas é também um sentimento que pode ir embora logo nas primeiras semanas de janeiro quando as primeiras notícias ruins aparecerem. Porque elas certamente estarão lá. A política não será muito diferente, os governantes podem até ter outras caras, mas as práticas serão muito semelhantes… As catástrofes naturais continuarão acontecendo, pessoas seguirão sendo injustiçadas… Enfim, esse é o mundo que vivemos.
Então o que eu quero dizer é algo muito simples: 2017 vai ser melhor na medida que nós formos melhores. Sua carreira, seus estudos, seu peso, seu relacionamento… Tudo pode mudar se você mudar.
Eu sempre repito que tem coisas que não controlamos, que não estão sob nosso domínio. Mas isso não pode nos deixar apáticos diante da vida. É fundamental ter noção da realidade, conhecer os limites, mas fazer a nossa parte. O que é responsabilidade minha, é minha… Não é de mais ninguém. Eu preciso fazer, eu preciso lugar, eu preciso melhorar.
Portanto, em 2017, não vamos ficar alienados do mundo, do que estiver acontecendo. Mas vamos também manter a fé e agir de forma melhor, sem deixar pra depois, sem esperar que os outros resolvam os nossos problemas. Vamos viver o melhor que pudermos viver!
Um abraço, um feliz 2017 pra você.

O que há para comemorar no fim do ano?

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Fim de ano… Muita gente comemorando… Muitas festas… Tudo lindo! Mas não consigo ser contagiado. Até gostaria.

Este é um dos períodos mais dolorosos do ano. As contradições ficam ainda mais evidentes. As injustiças ficam diante de nossos olhos. E eu não consigo deixar de ver, de um lado, mesas fartas, e de outro, tanta gente sem ter nada pra comer.

E a questão não é só garantir um natal farto pra todo mundo. Não muda muita coisa ter um prato de comida agora e estar com fome no dia 2 de janeiro.

Essa sociedade desigual me entristece. Vejo gente viajando para a Europa, para os Estados, viagens de milhares de dólares… Mas, antes de entrarem num avião, essas mesmas pessoas demitiram funcionários, que vão começar o ano sem saber o que fazer.

Vejo gente entrando e saindo das lojas, comprando presentes e mais presentes, e outras tantas pessoas que sequer tem um chinelo pra calçar.

Isso tudo rouba o brilho do Natal. Torna o ano novo apenas mais um ano. Sim, porque viveremos mais do mesmo.

Sinceramente, eu não consigo ir numa loja e comprar um presente pra mim.

E aí você me diz: “Ah Ronaldo, mas sempre foi assim!! Eu concordo. E digo mais: não vai mudar. As desigualdades e injustiças vão continuar.

Mas meu recado hoje é simples: as coisas vão continuar sendo injustas. Mas você e eu podemos fazer alguma coisa pelas pessoas que dependem de nós ou que estão próximas de nós. A gente pode amar mais, dividir mais. Olhar mais pra o outro. Sermos menos egoístas. Isso não muda o mundo. Mas pode mudar o mundo de quem está próximo de nós. 

É difícil ser honesto no relacionamento

A honestidade é um princípio fundamental em qualquer relacionamento. Porém, poucas coisas são tão difíceis de serem vividas. Quase todo mundo esconde alguma coisa do parceiro, da parceira. E, muitas vezes, esconde fatos que comprometem a relação, que vão distanciando o casal.

Não é fácil admitir, mas quem de fato é totalmente honesto com a pessoa amada?

Sabe aquele colega de trabalho que sempre faz elogios, que comenta sobre suas curvas e só não te levou pra cama por que ainda não teve oportunidade? E daí, você conta ou não para o seu parceiro?

E aquela amiga bonitona, que te deixa com tesão… Com quem vez ou outra você flerta? Coisa “inocente”, justifica. Você conta ou não para a parceira?

Eu cito aqui situações que parecem envolver fidelidade. E essa é uma das questões mais controversas e polêmicas nos relacionamentos. Afinal, a maioria exige fidelidade, mas até que ponto é de fato honesto na relação?

O ser honesto, entretanto, não tem a ver apenas com os flertes, paqueras com terceiros. Tem a ver também com as finanças, os sonhos para o futuro, as suas frustrações e até mesmo desejos (o que gostaria de viver) no romance.

Não são raras as ocasiões em que a pessoa esconde do outro quanto anda gastando, quais são seus projetos de vida, traumas passados e mudanças que desejaria viver no relacionamento.

Também se escondem amizades, contatos virtuais, fracassos profissionais e pessoais… E o que acaba sobrando para a vida a dois são imagens forjadas de pessoas que não existem de fato. O problema é que nossas máscaras não se sustentam por toda uma vida. E, por isso, com frequência, as relações esbarram nas mentiras que machucam, magoam e decepcionam, provocando desconfiança, medo, pondo fim à intimidade. 

Relações egoístas

Uma das coisas que me incomodam profundamente é a falta de respeito pelo outro. A gente vive uma época delicada… Muitas pessoas parecem incapazes de ter empatia, de enxergar além do próprio umbigo. É como se o mundo se resumisse a elas mesmas, ao que acham certo e o outro estivesse ali apenas para atendê-los. E isso, mais que um ato de desrespeito, é um ato de agressão, de falta de amor.

Infelizmente, esse tipo de comportamento acontece nas diferentes dinâmicas de convivência mútua.

Na empresa, pode ser aquele chefe que olha para o colaborador como se fosse alguém que precisa estar 24 horas à disposição, uma pessoa que não tem família, não precisa almoçar… É como se o colaborador vivesse apenas para aquilo. Isso o obriga a ter uma vida que gira em torno da empresa.

Isso também acontece na escola. Conheço educadores que parecem desconhecer que seus alunos possuem outras disciplinas, atividades de outros professores que também precisam ser realizadas. Embora eu entenda que possam ter boa intenção, e mais dedicação seja fundamental no processo de aprendizagem, é preciso compreender as especificidades das relações e as próprias limitações que as circunstâncias impõem.

Na vida a dois, essa incapacidade de ver o outro se torna ainda pior. Defendo a importância de se doar pelo parceiro, pela parceira. Porém, também defendo que o outro seja visto. E essa atitude significa notar quando a pessoa amada não dá conta de atender você. Tem gente que, em nome de suas carências, atropela as carências do/a companheiro/a, cobra uma atenção que a outra pessoa naquele momento está impossibilitada de dar. Talvez por esgotamento físico, mental…

Quando não vemos o outro, as necessidades e impossibilidades do outro, estamos sendo egoístas. Estamos resumindo a vida aos nossos desejos. E relacionamentos pautados em motivações egoístas não são satisfatórios, produtivos e felizes.

Amando, mas carente

Dá para sentir falta do outro, mesmo com o outro do lado? Infelizmente sim. O descompasso nas expectativas e a ausência de envolvimento afetivo pleno podem judiar do coração.

Às vezes, você tem uma relação e sente falta de mais energia, de mais vibração. Sente-se falta da paixão. Mas tem ocasiões ocasiões que se contentaria com um pouco mais de carinho, de presença…

O toque gentil, aquele momento que a pessoa senta ao seu lado e mexe em seus cabelos, faz carinho em suas mãos, é um afago ao coração.

Entretanto, principalmente em relações mais duradouras, esses pequenos gestos muitas vezes se esvaziam. É impossível não sentir inveja de alguns casais que, mesmo sentados na mesa de um restaurante, espontaneamente, trocam carícias.

São atitudes simples, mas que dizem para o outro: “eu estou aqui, sinto prazer ao estar em sua companhia”. Gestos assim são como ouvir do outro as mesmas palavras de Lulu Santos:

… ela me faz tão bem, ela me faz tão bem…

E, quando o coração é cuidado pelo carinho da pessoa amada, tudo que mais se deseja é dizer:

… eu também quero fazer isso por ela…

Brigas destroem histórias de amor

Toda discussão, no relacionamento, é desgastante. E, com frequência, tem potencial para deixar marcas na história do casal.

O ideal é que os casais não discutissem; apenas dialogassem – mesmo quando há o embate de ideias.

Porém, a vida real de um casal não é um mar de rosas. Todo mundo perde a razão de vez em quando. Vez ou outra, “a casa cai”, né?

Pesquisadores do assunto dizem que, enquanto o casal briga, existe um casal. O silêncio, a ausência de embates, é indicador de que o relacionamento já acabou. Podem viver juntos, mas, na alma, estão separados.

Eu acredito nisso. Porém, noto que, com frequência, as discussões são ofensivas. Na briga, quase sempre há o desejo implícito de vencer, de ferir o outro. E é nesse jogo que as mágoas podem surgir.

Pede-se perdão depois, perdoa-se, mas palavras ditas não voltam atrás. Na memória, fica o registro da ofensa, da humilhação.

E é justamente esse registro negativo que vai distanciando o casal.

Às vezes, sequer são necessárias palavras. Pode ser um gesto, um semblante irônico, carregado de desprezo. Tudo isso fica registrado e machuca o romance.

Quando discutimos com a pessoa amada, nem sempre nos damos conta que estamos plantando sementes que produzirão dissabores futuros e até desamor. Porque amor se conquista e se alimenta diariamente. Atitudes que ofendem, que magoam, esfriam os sentimentos. 

Com o tempo, perde-se a intimidade, o desejo, a empolgação. Falta inclusive disposição para o sexo. A relação pode até ser mantida, pode-se reconhecer os benefícios da companhia do outro… Mas não tem a mesma graça, a mesma vivacidade. E isso não é porque a paixão foi embora. É porque, no coração, ainda ecoam os gritos, as ofensas, os gestos grosseiros, os semblantes cheios de rancor…

 

O maior desafio da vida é viver

O maior desafio da vida não é outro senão viver. Vejo isso por mim mesmo e por outras pessoas próximas. E quando falo em viver, falo em algo que seja significativo de fato.

Viver cada dia atolado em preocupações não é viver. E não estou aqui dizendo que as preocupações não existem. Digo de quando deita-se e acorda-se sobrecarregado e sem ter tempo para sorrir.

Duas coisas que adoro são as reflexões sobre a arte e a filosofia. E em ambas encontro argumentos convergentes: vive-se quando voltamos o olhar para nossa alma (eu diria, para nossos corações); vive-se quando investimos tempo em apreciar o que há de belo no mundo.

E sabe de uma coisa? Isso não dá pra fazer “agendando”duas horinhas por semana. Que vida é essa que se precisa agendar um tempo para gastar consigo mesmo? 

Anos atrás escrevi sobre contemplar as estrelas. Eu estava num hotel fazenda, na época. Fazia tanto tempo que não via as estrelas que me surpreendi com o que vi no céu.

Acontece que esse tempo para apreciar as coisas boas da vida parece não existir mais. A gente até sonha estar com amigos, com a família, fazer coisas agradáveis… Mas isso tudo tem que estar na agenda. A situação é tão complicada que, não raras vezes, a ligação de um amigo querido parece nos atrapalhar.

Não vou mentir… Não foram poucas vezes que vi o celular tocar e pensei: “poxa, minha mãe tinha que ligar justo agora?”.

Olha a loucura que é isso!!! É minha mãe… Não vou tê-la pra vida toda. E ainda assim o preenchimento de um relatório é mais importante que falar com ela?

É por isso que, cada um ao seu modo, deve encontrar o seu jeito de viver. Viver de fato. Não apenas como engrenagem de uma máquina que apenas suga nossas energias e o melhor de nós. A vida é curta demais para perdermos a oportunidade de ter o melhor dela.

 

 

Como manter o casamento após a chegada dos filhos?

pais e filhos

Acho que a maioria casais que conheci, antes de terem filhos, disseram que fariam de tudo para nada mudar depois da chegada das crianças. Apesar da boa vontade e do esforço de muitos deles, desconheço quem não teve o relacionamento impactado pela presença do novo membro na família.

É fato que, antes da chegada dos filhos, a gente quer muito preservar o melhor do romance. Até acha que isso é possível. Mas não dá. A vida do casal muda. E muda muito. Não estou dizendo que o romance esfria, que o amor acaba, que o sexo deixa de existir… Estou dizendo que a dinâmica do relacionamento é significativamente afetada (embora seja fato que, em alguns casos, o romance esfria sim, o sexo se torna raro e até o amor é abalado – claro, essas situações ocorrem com aqueles casais que não se preparam para a chegada dos filhos e que, surpreendidos pelas mudanças, não lidam de forma positiva com as novidades, ignorando a importância de seguir investindo no relacionamento. Mas essa é uma outra história…).

As mudanças ocorrem porque a chegada de uma criança altera a rotina do casal. Antes mesmo do nascimento do bebê, muita energia já é gasta com preparativos (quarto, enxoval, consultas médicas etc.) e o desgaste físico da mulher também é bastante significativo. A última etapa da gestação geralmente é difícil, cansativa. O pós-parto também não é dos mais fáceis. Algumas mulheres, inclusive, sofrem de depressão nesse período.

Esse cenário já seria suficiente para mudar a forma de viver a dois. A vida é feita de rupturas. Quando a gente passa por algo muito intenso durante certo período de tempo, a história de nossa vida é alterada, ganha um novo rumo.

Entretanto, no caso dos filhos, as mudanças vão muito além disso. O bebê pede atenção. Mãe e pai precisam dedicar tempo, atenção, cuidado à criança. Isso rouba noites de sono, tempo… Dificilmente o casal conseguirá fazer os mesmos programas, sair com a mesma frequência ou ter sexo com a mesma intensidade. 

Acontece que, embora os olhares estejam voltados para a criança, ali estão duas pessoas, adultas, que também carecem de carinho, cuidado e, não menos importante, paixão. Não é o fato de se tornar pai ou mãe que faz um homem, uma mulher deixarem de desejar, de sentir tesão e de querer o olhar desejoso do outro. 

Por isso, é preciso estar preparado para viver essa nova fase. Não necessariamente abrindo mãe de viver o melhor de uma vida a dois, mas compreendendo que, muitas vezes, é preciso ter paciência, ser capaz de vez ou outra renunciar os próprios desejos em função de uma nova forma de vida em família. Além disso, é fundamental não se acomodar, não “deixar a vida levar”. É preciso fazer certa “ginástica” para cuidar de si, cuidar do/a parceiro/a… Somente com essa consciência, é possível não deixar a relação cair no lugar-comum de um casamento sem graça e que se justifica apenas pelo fato de um dia ter dito “sim”, pelos “costumes” ou quem sabe pelos próprios filhos.

Características que devem ser preservadas pela pessoa amada

casais

Muita gente joga fora o relacionamento por ser incapaz de notar as qualidades do/a parceiro/a. Costumo dizer que, com o tempo, os defeitos se potencializam e as virtudes parecem desaparecer. Entretanto, o que acontece, na verdade, é que não raras vezes a gente se acostuma com o outro e não nota mais o quanto a pessoa é especial.

Pode parecer bobagem o que vou dizer, mas penso que todo mundo deveria, vez ou outra, fazer uma breve avaliação dos comportamentos do/a parceiro/a. Certamente esse tipo de atitude ajuda a identificar se o/a outro/a está efetivamente comprometido com o romance.

Para te ajudar a pensar nas qualidades que a pessoa amada deve ter, eu listei algumas características.

Gente que ama a gente deve prestar atenção às pequenas coisas que dizem respeito a nós. Sabe aquela coisa de reparar que você está cansado/a, que precisa de ajuda ou simplesmente de um abraço?

Como amor bom é amor prático, é fundamental contar com alguém que lembra de você até mesmo quando você se esqueceu de você. 

E como é a qualidade do tempo que você passa com a pessoa amada? É cansativo estar ao lado dela ou o tempo passa rapidinho? Ela consegue te distrair, te divertir, te fazer rir? Reserva tempo para estar contigo?

Outra característica fundamental é a gentileza. Alguém que sabe como falar, que é delicado com as palavras, mas também quando abre a porta de casa, quando entra no carro… Ao falar com a mãe, com os amigos… Sem contar que, lidar com gente rude, grossa, que fala alto, desrespeita, nos faz passar vergonha na frente dos outros é algo horrível. Quem ama não faz isso.

Um relacionamento que faz bem é um relacionamento que não afasta da família e nem dos amigos. Não significa que o/a outro/a deve gostar de quem a gente gosta. Exigir isso seria invasivo, até um desrespeito à personalidade da outra pessoa. Porém, o/a parceiro/a que quer o nosso bem se esforça para compreender a família, os amigos e, mesmo que não os aprecie, estabelece uma relação cordial, respeitosa.

Um bom termômetro do quanto o/a parceiro/a está comprometido é observar se ele/a inclui você em seus planos. Tem gente que sonha com um monte de coisas, mas, quando você observa os sonhos da pessoa, nota que em nenhum deles você faz parte, que não há planos/projetos para a relação.

Outra característica fundamental é a intimidade. Intimidade não tem a ver apenas com cama. É muito mais que isso. Tem a ver com a capacidade de “sentir-se” em casa com o/a outro/a. Você pode abrir o coração, dizer o que pensa… Sabe que não será julgado/a.

Essa dica agora é voltada, principalmente, às mulheres… Parceiro de verdade não tem vergonha de comprar produtos femininos pra você. Na verdade, um bom parceiro sabe, inclusive, quando comprar um absorvente e qual o tipo/marca mais adequado.

É claro que eu poderia listar aqui muitos outros comportamentos. Entretanto, essas características apenas servem como uma espécie de convite para que você observe mais seu relacionamento e a pessoa que ama. Se ela preserva essas atitudes, a vida a dois ainda vale muito a pena.