Amores difíceis comprometem a carreira

Happy couple in the park

Tenho defendido que, se alguém quer viver um relacionamento feliz, deve priorizá-lo. Não é a carreira, não são os estudos, não são os amigos, os pais e nem os filhos… Nada disso pode ocupar o topo da lista. Porém, isso também não quer dizer viver uma vida medíocre do ponto de vista profissional, acadêmico e nem deixar de dedicar tempo e atenção às pessoas queridas.

É justamente partindo dessa ideia que desejo refletir sobre um desses pontos: a carreira profissional.

Eu acredito que nenhum sucesso compensa o fracasso na vida afetiva. Entretanto, também acredito que muita gente tem tido problemas sérios na carreira por viver uma montanha russa no relacionamento. Gente que divide a vida com gente mal resolvida corre risco de se tornar um profissional medíocre.

E o motivo para isso é simples: quem vive sob pressão no relacionamento, estaciona. Não dá para trabalhar bem se a pessoa que você ama te desequilibra emocionalmente. Acaba a concentração, mina a criatividade, tira o foco do trabalho no horário de expediente… Torna-se impossível ser de fato profissional.

Embora eu defenda que o relacionamento deve ser prioridade, é fundamental contar com alguém que some, que ajude, que apoie… Que compreenda que vez ou outra pode ser necessário fazer hora-extra, ir a um jantar da empresa, deixar de responder o whatsapp… A pessoa que está ao nosso lado também deve ser quem estimula, quem ajuda a identificar falhas profissionais, que auxilie no comprometimento. Deve ser alguém que sabe ouvir angústias, dar um conselho… Alguém que ajuda a acalmar no momento de tensão, que impede que se faça uma bobagem e até ajude nas estratégias para conseguir uma promoção ou mudar para um emprego melhor.

Afinal, ter alguém pra amar é ter alguém com dividir uma vida, construir sonhos juntos e nunca silenciá-los.

Quatro segredos da intimidade da mulher

intimidade

Homens e mulheres pensam o sexo de maneira diferente. É verdade que muita coisa mudou – principalmente na atitude das mulheres em relação ao sexo. Porém, elas ainda preservam alguns segredos íntimos que nem sempre revelam aos homens. E maridos que querem desfrutar o melhor do sexo com a parceira devem prestar atenção a esses detalhes.

Para a mulher, sexo começa fora do quarto. A disposição para o sexo geralmente não surge do nada, não surge apenas na cama. Para motivar a mulher, o parceiro deve saber que pequenas atitudes podem fazer diferença. Às vezes, lavando a louça, dando banho ou trocando as fraldas do bebê… Preparando o jantar… Surpreendendo com um presentinho ou algo que ela gosta…

O sexo, para a mulher, tem muito a ver com romantismo. Para o homem, não raras vezes, o sexo é apenas isso: sexo. Tem a ver com corpo, com cheiro, gosto… Tem a ver com gozo. Para a mulher, sexo é uma experiência emocional, afetiva.

A mulher deseja se sentir bonita, charmosa. Ela quer ser admirada. Principalmente por seu homem. O cuidado que a mulher tem ao se vestir, ao se perfumar, ao arrumar o cabelo está diretamente relacionamento ao desejo de sentir-se bem, de sentir-se bela. O homem que deseja tocar o coração da parceira, para viver o melhor da intimidade sexual, deve ser capaz de reparar sua beleza e, principalmente, os pequenos cuidados que ela tem com o corpo.

A mulher deseja ser conquistada. E diariamente. Para o homem, sexo pode ser uma forma de tirar o estresse. Para a mulher, não existe sexo com estresse. Sexo é quando ela está de bem com a vida. Por isso, ser compreensivo, tolerante, cobrar menos a parceira são estratégias que funcionam para chegar ao coração dela. Cobrar sexo, por exemplo, faz um mal enorme na dinâmica do relacionamento (não significa deixar de dialogar, se algo não está funcionando). Geralmente, afasta, magoa, causa rupturas no romance. Por isso, controlar as próprias emoções é uma boa alternativa para viver o melhor da intimidade.

Na segunda, uma música

The Beatles foi a maior banda de todos os tempos. John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr formaram um grupo aclamado e que construiu uma história que parece impossível de ser comparada a de qualquer outra banda.

Para esta segunda-feira, compartilho uma das canções mais lindas dos Beatles, Yesterday. A música é belíssima, mas tem uma letra muito triste.

Ontem, todos os meus problemas pareciam tão distantes
Agora parece que eles vieram pra ficar
Oh eu acredito
No passado

De repente
Não sou metade do homem que costumava ser
Existe uma sombra pairando sobre mim

E então, vamos ouvir?

Como superar a monotonia no relacionamento?

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Eu confesso que me divirto com certas coisas que falam a respeito de relacionamento. Entre elas, está justamente as que envolvem o tema deste texto. Afinal, até que ponto é possível revitalizar o romance, romper com a monotonia?

Vou ser direto: receitinhas não funcionam. É preciso mais que uma sequência de cinco, dez, vinte passos para superar a monotonia. E sabe por quê? Porque a vida por si mesma pode se tornar muito monótona.

Temos personalidade… Isso também afeta. Tem gente que o tempo todo é inquieto, está sempre se mexendo, inventando, surpreendendo. Por outro lado, tem pessoas que são mais contidas, pacatas… Até apáticas. Essas pessoas se acostumam fácil com a rotina. Gostam, inclusive, de viver um dia igual ao outro.

Por isso, entendo que a primeira coisa que um casal deve ter em mente é “quais são as expectativas que temos para o relacionamento?”. Depois, saber exatamente o que significa uma vida a dois. E, por fim, os dois devem ter claro o que é um relacionamento monótono e por que está monótono. Se o casal for incapaz de responder essas questões, certamente vai ter problemas.

A monotonia pode, de fato, existir. Mas ela pode representar o próprio curso da vida, porque a vida, embora vez ou outra nos surpreenda (inclusive com coisas ruins), nem sempre nos oferece muitas chances de experimentar novos gostos, sabores… novos ares.

Vivemos uma época em que a necessidade do novo parece se impor a cada dia. Isso chega a ser incoerente inclusive com a ideia tradicional de relacionamento, pois a própria tese da fidelidade implica na necessidade de rejeitar viver novas paixões. E como se apaixonar todos os dias pelo já conhecido, pela mesma pessoa? Por isso, dicas para revitalizar o romance são falhas. Na vida, até gentilezas que se repetem podem se tornar sem cansativas. Então o que nos resta? Acreditar e apostar no amor. O amor é aceitação e capacidade de tornar belo até o que parece velho, feio e sem graça.

Não escute demais os outros

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Não é nada agradável ouvir alguém falando mal de você. Na verdade, até quando descobrimos por meio outra pessoa que um amigo está falando mal de nós, ficamos entristecidos. Por vezes, sentimos raiva e desejo de vingança. Dias, atrás, porém, encontrei um texto que resume uma grande verdade:

Não dê atenção a todas as palavras que o povo diz, caso contrário, poderá ouvir o seu próprio servo falando mal de você; pois em seu coração você sabe que muitas vezes você também falou mal de outros (Eclesiastes 7:21-22).

Sabe, pessoas falam de nós. E nós falamos das pessoas. Coisas boas e coisas ruins. Porém, como nossa natureza é má, parece que temos certa tendência em tecer comentários negativos a respeito dos outros. Quando o tipo de comentário sai de nossa boca, ainda nos desculpamos:

– Não estou falando mal de fulano; é apenas um comentário.

Entretanto, o que acho fantástico nesse raciocínio de Salomão está na primeira parte do verso. Diz ele “não dê atenção a todas as palavras que o povo diz”. Na prática, o autor nos recomenda a prestar menos atenção ao que os outros dizem. Afinal, todas as vezes que prestamos atenção ao que os outros estão dizendo, vamos ouvir coisas que não gostamos. E isso vai nos magoar, produzir sentimentos negativos… E sabe o que é pior? Pode nos desviar de nossas rotas.

Quantas vezes você já desistiu de um projeto por que alguém te desestimulou? Ou quantas vezes você ficou inibido de fazer alguma coisa com receio do que os outros diriam a seu respeito?

Embora críticas possam nos ajudar a crescer, devemos tomar cuidado para não escutar tudo que os outros falam. Quando a gente presta atenção demais nos outros, deixamos de escutar o próprio coração. Nossas verdades são silenciadas ou confrontadas pelo que os outros pensam. E isso nos paralisa, nos rouba até a vontade de viver. Passamos a viver em função dos comentários alheios e não com base em nossos sonhos.

Na segunda, uma música

A música brasileira é rica de talentos. Porém, nem todo mundo ganha o destaque seu talento merece. Esse é caso, por exemplo, de Roberta Sá. Cantora de samba, essa artista natural do estado do Rio Grande do Norte tem voz belíssima e é dona de interpretações deliciosas. Aqui no blog, a cantora apareceu pela primeira ainda em 2010.

A canção que escolhi faz parte da lista de músicas de Roberta Sá que foram premiadas. De 2011, composta por Lula Quiroga, a música desta segunda-feira é “Pavilhão de espelhos”.

Não, eu não me arrependi de nada
Vida voa e o tempo é outro já
Você mudou e eu também
Tô aqui só pra saber que existe saudade
Ainda bem

Vamos ver e ouvir?

Cinco coisas que os recém-casados devem deixar no passado

romantica

Entre meus textos preferidos está um que tem o título “escolher é perder”. Nele, explico que toda vez que a gente escolhe uma coisa, perde outra. E isso vale para tudo na vida. Inclusive é uma das verdades mais importantes que se impõem sobre quem optou por se casar. Seguindo a lógica do “escolher é perder”, quem quer ser solteiro, nunca vai viver as possibilidades que só o casamento oferece; e quem é casado, em hipótese alguma poderá continuar vivendo coisas que só a solteirice permite.

A lista de coisas que os recém-casados precisam deixar para trás é bastante longa. Ainda assim, escolhi falar sobre cinco pontos essenciais. Esses cinco aspectos de certa forma se abrem em vários outros comportamentos cotidianos.

Flertes – Quando se é solteiro, não há nenhum problema em flertar com alguém (se faz isso com delicadeza ou não, é outra questão). Gente solteira pode “sair atirando” para todos os lados. Vale abordar na balada, mandar mensagens, usar o Facebook, o Watsapp… Porém, quando a pessoa casa, esse é um comportamento que precisa ser abandonado. Pesquisas revelam que flertes (principalmente pelas redes sociais) estão entre as principais causas de divórcio. Afinal, de um flerte pode nascer uma traição.

Queixar-se do parceiro para as amigas – A situação vale para ambos os sexos. Já escrevi no blog especificamente sobre o assunto. Não se deve falar do relacionamento para os outros. E por vários motivos. Entre eles, porque por mais que o amigo, a amiga, o pai, a mãe… sejam seus confidentes, quando você se queixa de seu parceiro para essa pessoa, você está violando a confiança. É normal, após casar-se, descobrir que o príncipe está mais para sapo. Entretanto, deve-se resolver as diferenças com o próprio parceiro.

Egoísmo – Quando somos solteiros, até vale ir ao mercado e encher o carrinho de coisas que gostamos. Também é normal que você pegue o seu salário e gaste todo ele equipando o carro, comprando jogos ou, no caso das mulheres, usando toda a renda para comprar roupas, sapatos, arrumar o cabelo, unhas, viagens… Acontece que quando se casa não existe mais o “eu”, existe um “nós”. Você vai ao mercado e as compras devem ser referenciadas pelo que a casa precisa. O salário deve ser gasto com as prioridades do lar. Após o casamento, a referência de nossas escolhas diárias está na boa convivência com o outro; o parâmetro de nossas decisões é o bem estar do relacionamento.

Vida social passada – Casar não significa romper com os amigos, mas pode significar romper com rotinas que se tinha com esses amigos. Embora seja importante ter certa privacidade e até fazer alguns programas sem o parceiro, não dá para seguir frequentando os mesmos lugares, fazendo as mesmas coisas. Boa parte da vida social muda. Passa-se a ter uma vida social de “gente casada”.

Hábitos da casa dos pais – Talvez esse seja o ponto mais complicado. Casar representa unir duas culturas diferentes. Dessa união, surge uma nova cultura. Pelo menos deveria ser assim. Mas nem sempre é o que acontece. Com frequência, pessoas casam e querem fazer com que o parceiro seja como era o pai dela, o irmão dela, o tio… Tem maridos que esperam das esposas atitudes semelhantes às da mãe… É fundamental entender que se casar também significa criar novas tradições.

Sabe, depois que a gente casa, não dá para olhar para trás. O jeito “antigo” de viver até pode chamar a atenção, mas, para ter um relacionamento duradouro e verdadeiro, é preciso abandonar certos hábitos e construir outros.

Dedicação, perseverança e disciplina: chaves para um relacionamento bem sucedido

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Essas três palavrinhas são mágicas. E não apenas para garantir o sucesso do relacionamento. Dedicação, perseverança e disciplina são fundamentais em todos os nossos projetos. É como se fosse o tripé de sustentação de quem deseja ter sucesso.

Dedicação é sinônimo de envolvimento, de comprometimento. Quem se dedica, mantém o foco, sabe o que quer, onde deseja chegar. Não dá para se dedicar sem priorizar. Há necessidade de se fazer presente, de procurar dar o melhor de si.

Perseverança é disposição para insistir, para lutar, para não desistir diante das primeiras dificuldades. Um relacionamento não sobrevive sem perseverança. Há momentos em que dá uma vontade enorme de desistir. Há outras ocasiões em que não falta desejo de trocar de parceiro. Porém, no relacionamento, o perseverante é aquele que acredita no amor, é aquele que respeita e, principalmente, é quem sabe que não gente não é objeto que se descarta diante do primeiro defeito.

Disciplina é qualidade dos fortes, de gente que sabe transformar as rotinas em aliadas. Ter disciplina no namoro ou casamento não é transformar o relacionamento num quartel. Pelo contrário… É prestar atenção no outro, nunca esquecer datas especiais, não perder o costume de dar presentinhos-surpresa para a pessoa amada… É cumprir com os compromissos, chegar no horário marcado, manter a casa em ordem, não esquecer os filhos no colégio… Gente disciplinada não esquece das atividades que envolvem a preservação do romance.

Embora essas três palavrinhas não digam que atitudes devem ter pessoas que querem viver um relacionamento feliz, elas resumem as qualidades fundamentais de gente que deseja construir um romance que não dure apenas por alguns meses.

“Minha esposa não me dá o amor que mereço”

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Já ouvi essa frase algumas vezes. E trocando, inclusive, o personagem central: esposa por esposo, namorado… Todo mundo quer ser amado. Há uma carência em todos nós. Entretanto, noto que muita gente vive infeliz porque não se sente plenamente contemplado pelo outro.

Eu diria que muitas dessas pessoas, que acreditam não receber o amor que merecem, têm boas razões para isso. Mas outros… nem tanto. 

Vivemos uma época que acredita, de fato, no amor romântico. Isso, por si só, já causa um enorme problema, porque gera um equívoco sobre o entendimento inclusive do que é o amor. Confunde-se amor com paixão, tesão, sexo… E pouco se lembra que o amor é altruísta, que é paciência, tolerância, respeito, dedicação… Ama-se até mesmo em meio às adversidades.

Quando se diz que o parceiro não dá o amor merecido, a base desse sentimento pode estar na ausência de atenção, de carinho, de gentilezas, de diálogo. Mas pode também estar numa expectativa distorcida da própria relação ou até mesmo por se estar olhando demais para si mesmo.

Tem gente que quer tudo do outro, mas, às vezes, nem explica o que espera do parceiro. Ainda ontem ouvi uma pessoa dizendo:

– Não quero que ele apenas diga que me ame; quero que demonstre.

Aí eu perguntei:

– Mas como você quer que ele demonstre? Já explicou pra ele?

A resposta chegou a ser engraçada:

– Ah… Isso é problema dele. Ele que tem que descobrir.

Peraí!!! Como assim? O outro não lê seus pensamentos, não conhece tudo que você se sente. Se você não sente que seu companheiro não te ama como você merece, já tentou dizer, com jeito, o que gostaria de receber dele (ou dela)?

Sabe, é plenamente compreensível achar que você não é amado como merece. Porém, entendo que é importante avaliar se essa percepção não está baseada em perspectivas distorcidas, num olhar equivocado para o outro ou até mesmo num sentimento mesquinho de quem tudo quer e pouco oferece. Se ao final da avaliação ainda entender que é menos amado do que deveria ser, verbalize! Diga o que sente, o que deseja, o que realmente quer da relação. É assim que relacionamentos maduros sobrevivem ao tempo.

Quatro maneiras de estar conectado à pessoa amada

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Nenhum relacionamento sobrevive se não for prioridade para ambas as partes. Torná-lo prioridade não é tarefa fácil. Estamos tão envolvidos com trabalho, estudos, projetos futuros… que não percebemos que afastar-se é bem mais simples que conectar-se ao parceiro. E a distância abre brechas para pôr fim ao romance.

Embora cada casal deva encontrar suas próprias estratégias para não se distanciarem, reservei para hoje quatro dicas bastante simples. A ideia é apenas ajudar a pensar formas de manter a conexão com a pessoa amada.

Demonstrar amor logo no início do dia – Morando juntos ou não, existem diferentes maneiras de deixar claro para o outro que você o ama. Pode ser um bilhetinho, uma foto pelo watsapp, o preparo com carinho do café da manhã, um abraço gostoso, um beijo… São coisas simples, mas que reafirmam, antes de qualquer outra atividade, que você ama aquela pessoa.

Dizer obrigado – Já notou como estamos cada mais centrados em nós e nos tornamos incapazes de dizer um “obrigado” sincero? Observar – e agradecer – as pequenas gentilezas do outro, os pequenos cuidados, os pequenos favores é uma forma de responder a atenção dedicada pela pessoa amada. Quando a gente diz obrigado, a gente diz “obrigado por se importar comigo”. Isso gera uma sensação de bem-estar… Mais que isso, motiva o outro a repetir o ato de bondade, de carinho…

Ter compromissos à noite – Tenho dito que nos falta tempo. Para tudo. Inclusive para dedicarmos ao relacionamento. Porém, prioridade é prioridade. E se o romance é prioridade, é fundamental ter um tempinho à noite para a pessoa amada. O casal precisa ficar um pouco a sós, conversar, assistir um filme juntos… Se gostam de jogos, essa também é uma alternativa interessante. Entretanto, devem reconhecer que esse tempinho que se isolam do mundo contribui, inclusive, para aumentar a intimidade.

Viajarem juntos – E sozinhos. Programas com a família, com amigos, com filhos são agradáveis. Não devem ser ignorados. Porém, o casal deve sair da rotina vez ou outra, afastar-se do convívio das pessoas próximas e estar num lugar diferente, vivendo experiências diferentes. Nessas ocasiões, o casal pode conversar mais, namorar mais, viver, inclusive, uma nova lua de mel.

Sabe, é muito fácil desconectar-se do parceiro. Nos primeiros meses de paixão, a gente parece ter uma necessidade imensa de grudar no outro. Porém, com o tempo isso muda. É como se a gente se acostumasse com o relacionamento e não houvesse mais necessidade de conquistar o parceiro. Com isso, aos poucos, a distância se estabelece e a gente se perde da pessoa amada. Por isso, é fundamental esforçar-se diariamente para não se afastar do outro. Só assim é possível viver o sonho de um “para sempre juntos”.